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Homenagem realizada por “Adriana e Karoline”


Esse vídeo foi uma singela homenagem para demonstrar a saudade e a dor que sentimos pela falta que “Michael Jackson” faz a nossas vidas. Uma falta que provoca tanta tristeza e agonia em nossos corações.

Será possível que essa agonia tem fim????

Espero que sim.Mas em quanto isso não acontece temos que nos contentar com homenagens como essas que são feitas em nome do amor. Em nome do amor a Michael aprendemos a nos conhecer melhor, fizemos lindas amizades.

Com Michael aprendemos uma linda forma de ver a vida. Aprendemos a ver a vida com os olhos do coração, com o coração que um dia Michael purificou com a luz do seu olhar….

Sabemos que Michael está feliz, onde quer que ele esteja, ele pode sentir todo amor que sentimos por ele.

O amor que nos uniu é o amor que nos dará força para prosseguir por essa vida, em busca de uma explicação pra tudo isso.

É só isso que queremos: “Uma explicação” para que possamos entender o porque estamos sem nosso Rei, sem sua vós, sem seu olhar, sem sua presença.Que dor!!!! Que saudade!!!!

 

As lágrimas não param de cair, o coração não para de doer.

Mas vamos seguir juntos. Juntos em busca da verdade. Em busca de Michael.

Mesmo que não possamos encontrar a resposta, nunca vamos nos separar porque o amor que nos uniu é muito forte e imaculado, hoje somos uma família.

Vamos ser amigos para sempre!!!!

Que essa homenagem seja recebida por todos como um carinho, como um abraço em todos os amigos que neste dia estão como nós, precisando desse  abraço e de uma palavra amiga que possa diminuir essa saudade monstruosa que aperta nosso coração.

 

Se sintam abraçados por nós e por Michael que sempre nos amou e nos mostrou que “O Amor vive para sempre” …..

Bejosssss….

                                                                        “Adriana e Karoline” 

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Canção do Jackson 5 fará parte do “LEGO Rock Band”


Lego Rock Band

 

De acordo com o site VG247, Jonathan Smith, diretor de desenvolvimento da Traveller’s Tales, afirmou que “LEGO Rock Band” incluirá a canção “I Want You Back”, single de 1969 do Jackson 5, grupo do qual Michael Jackson fez parte.

Além dessa faixa, foram anunciadas também as canções “Breakout”, do Foo Fighters, e “A-Punk” do Vampire Weekend. No anúncio do game, no final de abril, já haviam sido divulgadas as músicas “Song 2″ (Blur), “Kung Fu Fighting” (Carl Douglas), “Final Countdown” (Europe), “Boys and Girls” (Good Charlotte) e “So What” (Pink).

O funcionamento de “LEGO Rock Band” é similar ao título tradicional, que usa controles em forma de instrumentos para jogar, incluindo guitarra, baixo, bateria e microfone. Controles de outras edições de “Rock Band” e de outros títulos musicais (como “Guitar Hero World Tour”) são compatíveis com o game.

Como anunciado anteriormente, “LEGO Rock Band” é voltado para a família e o público pré-adolescente, e, por isso, possui uma dificuldade mais fácil que o Easy. Pode-se imaginar algo como o modo No Fail de “Rock Band 2″, em que nenhum erro é penalizado.

“LEGO Rock Band” prevê versões para Xbox 360, PlayStation 3, Wii e Nintendo DS e está agendado para sair até o final do ano.

 

— Fonte: Techlider —


 

Diretor Sidney Lumet morre em Nova York


Indicado cinco vezes ao Oscar, cineasta de “Um Dia de Cão”, “Serpico” e “Rede de Intrigas” tinha 86 anos

Sidney Lumet em 2010, em Nova York

O diretor norte-americano Sidney Lumet morreu neste sábado (09), aos 86 anos, em sua casa em Nova York. Indicado cinco vezes ao Oscar, por clássicos do cinema como “12 Homens e Uma Sentença” (1957), “Um Dia de Cão” (1975) e “Rede de Intrigas” (1976), o cineasta sofria, segundo sua filha, de um linfoma.

Ao longo de sua carreira, Lumet dirigiu mais de 50 filmes e era um dos diretores mais prolíficos de sua geração. Filho de um ator, imigrante polonês, começou a trabalhar no circuito nova-iorquino de teatros e na sequência migrou para a televisão. Sua estreia em Hollywood, aos 33 anos, aconteceu com “12 Homens e Uma Sentença”, que se passa inteiramente numa sala de tribunal, na qual os jurados debatem exaustivamente se devem ou não inocentar o réu. O filme concorreu a três Oscars (filme, direção e roteiro adaptado), não ganhou nenhum, mas fez com que Lumet nunca mais saísse de trás das câmeras e mantivesse uma árdua rotina de trabalho.

Conhecido como um competente diretor de atores, trabalhou ao lado de grandes como Marlon Brando, Henry Fonda, Rod Steiger, Katherine Hepburn, Ingrid Bergman e Robert Duvall. Foi um dos primeiros a abordar a Segunda Guerra Mundial com “O Homem do Prego” (64). Seus roteiros e longas-metragens, inclusive, eram conhecidos por abordar as fronteiras da moral, a atuação da polícia e criminalidade, não raro se passando em Nova York – a cidade era uma de suas paixões, da mesma forma que para Woody Allen e Martin Scorsese.

Foto: DivulgaçãoAmpliar

Faye Dunaway em “Rede de Intrigas” (1976), vencedor de quatro Oscars

Lumet ajudou a cristalizar a carreira de Al Pacino com os policiais “Serpico” (73) e “Um Dia de Cão” (75). Entre eles, realizou talvez a mais famosa adaptação da obra de Agatha Christie, “Assassinato no Expresso Oriente” (74), com Albert Finney no papel de Hercule Poirot. Foi com “Rede de Intrigas” (76), no entanto, que se passa numa emissora de TV, numa ácida crítica à mídia, que o levou à consagração. O filme teve dez indicações ao Oscar, ganhou quatro (com prêmios de interpretação para Peter Finch, Faye Dunaway e Beatrice Straight), embora o diretor tenha saído de mãos vazias. Só foi recompensado pela Academia de Hollywood em 2005, com um Oscar honorário.


Entre os poucos pontos baixos de sua filmografia está “O Mágico Inesquecível” (78), musical baseado em “O Mágico de Oz”, com Diana Ross e Michael Jackson como o espantalho, um fracasso de crítica e bilheteria. Mas para cada decepção, havia quatro ou cinco sucessos, numa média impressionante de êxitos. Outros destaques de Lumet são “O Príncipe da Cidade” (81), “O Veredito” (82) e “O Peso de um Passado” (88).

No fim da carreira, cometeu alguns deslizes, como a refilmagem de “Gloria” (99), dirigido originalmente por John Cassavetes, com Sharon Stone no lugar de Gena Rowlands. Seus últimos trabalhos, contudo, realizados de forma quase independente, tiveram boas críticas – “Sob Suspeita” (2006), no qual Vin Diesel interpreta um mafioso, e o excelente “Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto” (2007), com Philip Seymour Hoffman, Ethan Hawke, Albert Finney e Marisa Tomei.

Indagado pelo jornal The New York Times da razão pela qual trabalhava com cinema, Lumet respondeu: “Faço isso porque gosto e é uma maneira maravilhosa de gastar sua vida”. Casado quatro vezes, o diretor deixa duas filhas e dois enteados.


Fonte: Ultimo Segundo


Morre aos 79 anos a atriz Elizabeth Taylor


A atriz Elizabeth Taylor morreu na manhã desta quarta-feira, aos 79 anos, de insuficiência cardíaca congestiva.

 

A morte foi anunciada pela rede ABC e confirmada pelo filho da atriz, Michael Wilding, e pelo seu assessor.

O assessor de Taylor declarou que ela morreu “cercada por seus filhos: Michael Wilding, Christopher Wilding, Liza Todd e Maria Burton”. Taylor tinha ainda dez netos e quatro bisnetos.

Segundo a ABC, a família planeja realizar um funeral particular no final desta semana.

Divulgação
Rex Harrison e Elizabeth Taylor em cena do filme "Cleópatra", um dos clássicos de Liz; veja mais fotos
Rex Harrison e Elizabeth Taylor em cena do filme “Cleópatra”, um dos clássicos de Liz; veja mais fotos da atriz

“Apesar de ela ter sofrido diversas complicações, sua condição estava estável e era esperado que ela voltasse para casa em breve. Infelizmente, isso não aconteceu”, completou o assessor.

Seu filho Michael Wilding soltou o seguinte comunicado: “”Minha mãe foi uma mulher extraordinária que viveu a vida ao máximo com grande paixão, humor e amor. Apesar de sua perda ser devastadora, nós sempre seremos inspirados pela sua contribuição ao nosso mundo.”

A atriz estava internada no centro médico Cedars-Sinai, em Los Angeles, desde o início de fevereiro, com problemas no coração.

Taylor foi diagnosticada em 2004 com a doença que a vitimou. A insuficiência cardíaca congestiva é uma patologia que impede o coração de bombear sangue oxigenado suficiente para suprir as necessidades dos demais órgãos do corpo, o que gera uma sensação de fadiga, dificuldade de respirar, aumento de peso, entre outros problemas.

Em 2009, Taylor foi submetida a uma cirurgia para substituir uma válvula defeituosa no coração. Ela usava uma cadeira de rodas há mais de cinco anos para lidar com sua dor crônica. Vencedora de dois Oscar, Elizabeth Taylor foi operada de um tumor no cérebro em 1997.

Mario Anzuoni – 28.set.2006/Reuters
Elizabeth Taylor em um evento beneficente em Santa Monica, na Califórnia

Vida pessoal de Elizabeth Taylor ficou marcada por seus casamentos

A atriz Elizabeth Taylor marcou um período da história do cinema, mas também se tornou uma presença na mídia devido à sua vida pessoal.

Taylor nasceu em Hampstead, subúrbio londrino, no dia 27 de fevereiro de 1932, filha de um casal de norte-americanos. Seus pais resolveram voltar aos Estados Unidos quando ela tinha sete anos, temerosos da situação de guerra na qual a Europa entrava em 1939. Instalam-se em Los Angeles.

Ela começou a carreira ainda criança, quando um amigo de seus pais sugeriu que a pequena e bela Elizabeth fizesse um teste para cinema. Seu primeiro filme é “There’s One Born Every Minute”, de 1942.

Após algumas participações no cinema, ela ficou conhecida com “A Mocidade É Assim Mesmo” (1944), contracenando com Mickey Rooney, dos estúdios MGM. Após o trabalho, ela se tornou a principal estrela infantil do estúdio.

A produção britânica “Traidor” (1949) traz sua primeira performance em um papel adulto.

Divulgação
Elizabeth Taylor no papel de Cleópatra em versão para o cinema em 1963
Elizabeth Taylor no papel de Cleópatra em versão para o cinema em 1963

A atriz se casou pela primeira vez em 1950, aos 18 anos, com o playboy Nicky Hilton. O matrimônio durou 203 dias e terminou com agressões físicas e verbais, depois de uma lua de mel de três meses na Europa.

Dois anos depois, Taylor casou com o ídolo britânico Michael Wilding, 19 anos mais velho. Eles tiveram dois filhos, Michael Jr. e Christopher.

Em 1954, Taylor, já uma estrela, trabalhou nos filmes “Rhapsody” (1954), “Beau Brummell” (1954), “A Última Vez que Vi Paris” (1954) e “Elephant Walk” (1954).

Em seguida, ela contracenou com James Dean no filme “Assim Caminha a Humanidade”(1956). Dean morreu em um acidente de carro em 1955, antes da estreia do filme.

Apesar da atriz ter afirmado que Wilding representou estabilidade para sua vida, ela pediu o divórcio em 1956. Poucos dias depois da separação, o produtor Michael Todd, 49, a propôs em casamento e se tornou seu terceiro marido. Ele foi o primeiro grande amor da estrela. O casal teve uma filha, Elizabeth Frances, em agosto de 1957, mas sete meses depois Todd morreu em um acidente de avião, no qual Taylor não embarcou devido a uma gripe.

Devastada, Taylor foi acompanhada no funeral de Todd pelo melhor amigo do produtor, o cantor Eddie Fisher, cuja esposa Debbie Reynolds permaneceu na Califórnia para cuidar dos filhos da colega.

De viúva de luto a destruidora de lares, Taylor roubou Fisher de Reynolds em um relacionamento que escandalizou a América puritana. Eles casaram em 1959, mas a revolta do público quase matou a ascendente carreira de Elizabeth Taylor. Ela havia acabado de filmar o clássico “Gata em Teto de Zinco Quente” (1958), com Paul Newman.

Ela conseguiu superar os problemas e participou de “De Repente no Último Verão” em 1959 com Katharine Hepburn e Montgomery Clift. No ano seguinte, ela recebeu o primeiro Oscar de melhor atriz pelo papel de garota de programa em “Disque Butterfield 8″. A lenda diz que Taylor odiou o resultado do filme.

Em 1960, Taylor se torna a atriz mais bem paga da época ao assinar o contrato com a 20th Century Fox para interpretar Cleópatra no filme que seria lançado três anos mais tarde. Com o épico, ela foi a primeira atriz a receber o cachê de US$ 1 milhão por um filme.

O filme foi um fracasso retumbante, mas foi responsável por um romance que foi manchete em todo o mundo: Taylor e seu companheiro de cena, Burton, que era casado. Eles casaram em março de 1964 em Montreal. Na época filmavam “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?”, o retrato de um casamento abalado pela bebida e amargura.

Ela e Burton se divorciaram em 1974, mas casaram outra vez em 1975 para se separarem definitivamente em 1976. Enquanto ainda era casada com Burton, Taylor inicia um caso com o embaixador iraniano nos EUA, Ardeshir Zahedi.

Após o divórcio, ela se casou ainda com John Warner e Larry Fortensky, seu último marido, de quem se divorciou em 1996.

Taylor também ficou conhecida por sua amizade com o polêmico Michael Jackson e por seus trabalhos para ajudar infectados pelo vírus HIV. Em 2009, ela esteve no funeral do cantor.

Em 1980, a atriz foi internada para tratar dependência de álcool. Dois anos depois, estreia nos palcos da Broadway, no espetáculo “The Little Foxes”.

A saúde da atriz era motivo de preocupação há algum tempo. Em 1997, ela retirou um tumor do cérebro. Em 2002, passou por um tratamento contra câncer de pele.

Ela foi diagnosticada em 2004 com Insuficiência Cardíaca Congestiva, uma patologia que impede o coração de bombear sangue oxigenado suficiente para suprir as necessidades dos demais órgãos do corpo, o que gera uma sensação de fadiga, dificuldade de respirar, aumento de peso, entre outros problemas.

Em 2009, foi submetida a uma cirurgia para substituir uma válvula defeituosa no coração. Ela usava uma cadeira de rodas há mais de cinco anos para lidar com sua dor crônica.

Em abril de 2010 o boato de que Taylor havia se casado pela nova vez, com Jason Winters, empresário de Janet Jackson, se espalhou por Hollywood.

Mais uma vez, a veterana de olhos violeta usou a rede social para negar o suposto matrimônio.

Em entrevista, quando tinha 72 anos, a atriz afirmou não temer a morte.

 

Fonte:  Folha

 

 

‘Hollywood Tonight’ recupera marcas de Michael Jackson


Mais um videoclipe póstumo de Michael Jackson está disponível na internet. Após o fraco “Hold My Hand”, dueto com Akon dirigido por Mark Pellington, “Hollywood Tonight”, do diretor Wayne Isham, retoma a energia e a força do artista que melhor soube aproveitar os potenciais artísticos e mercadológicos do videoclipe, transformando-o quase num curta-metragem, cuja narrativa muito envolvente é conduzida pelo ritmo da música e por movimentos de câmera bastante ágeis.

A atriz argelina Sofia Boutella interpreta com grande emoção uma garota interiorana que chega à Hollywood em busca do sonho de se tornar uma dançarina famosa.

A primeira imagem é arrasadora: a garota desce de um ônibus enquanto escuta-se o trecho de um canto gregoriano. Porém, logo no primeiro teste, ela não é selecionada e sai arrasada, até retomar as energias e dançar pelas calçadas imitando o ídolo Michael Jackson e contracenar com imagens dele projetadas em telões. A referência ao clássico videoclipe “Billie Jean” (1982), dirigido por Steve Barron, é emocionante, assim como a aparição da garota em cima da estrela do ídolo na Calçada da Fama e vários cartazes dele espalhados pela cidade. Os passos de dança da moça são igualmente arrasadores.

Em seguida, a garota, que descola uns trocados como garçonete, faz mais um teste, agora para ser dançarina de pole dance numa boate erótica. Mas retorna às ruas, após ser assediada e sair escoltada, e continua na batalha até dançar com casaco preto brilhante, calça e chapéu igualmente pretos, que se tornaram marcas de Michael Jackson, na frente de um teatro, com vários acompanhantes. Trata-se do enredo manjado da luta pelo sonho artístico, que teve como um dos seus maiores ícones o filme “Flashdance”, dirigido por Adrian Lyne, em 1983, homenageado por Jennifer Lopez em “I’m Glad”, dirigido por David La Chapelle, vinte anos depois.

O diretor de “Hollywood Tonight” é Wayne Isham, famoso por obras-primas como “Livin’On A Prayer”, do Bon Jovi; “Spending My Time”, do Roxette; “I Want It That Way”, do Backstreet Boys; e “Livin’La Vida Loca”, de Ricky Martin. Ele também foi o responsável por “You Are Not Alone” (1995), do Michael Jackson, gravado no interior do Teatro Pantages, onde também foram registradas imagens dessa nova produção, que convence e agrada, acima de tudo, pelo respeito às principais marcas do Rei do Pop

 

Fonte: YahooNotícias

 

Game Moonwalker irá ter nova versã


 

Michael Jackson continua a movimentar os meios de entretenimento mesmo após quase dois anos de sua morte. Considerado um clássico do universo dos games, o jogo ”Moonwalker” irá ganhar uma nova roupagem para a atual geração de consoles.

A empresa responsável pelo remake das primeiras aventuras do Rei do Pop nos meios eletrônicos é a Ubisoft, também responsável pelo recente ”Michael Jackson The Experience”, lançado para as mais diversas plataformas e jogos portáteis.

Lançado em 1991 pela Sega, ”Moonwalker” era inspirado no filme homônimo protagonizado pelo cantor. A história mostrava o astro em sua roupa branca de gângster andando por diversos lugares – incluindo o bar que deu origem ao famoso videoclipe da música ”Smooth Criminal” – e combatendo os inimigos atrás de crianças sequestradas por criminosos. O game também é conhecido pelas coreografias ‘mortais” feitas por Michael.

Ainda não há data de lançamento da nova versão do jogo.

 

==  Fonte: Diário do Grande ABC   ==